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Cultos e celebrações são suspensos como apoio ao Governo de Goiás no combate ao Coronavírus

Igrejas, templos e locais de oração mudaram a rotina para atender às recomendações do Governo de para combater o avanço do novo coronavírus em Goiás. Por medida de segurança, no último domingo (15/03), o governador Ronaldo Caiado pediu a lideranças religiosas que suspendesse eventos com grandes aglomerações pelos próximos 15 dias, como forma de proteger especialmente o público mais vulnerável – os idosos.

A primeira igreja a acatar o pedido foi a Assembleia de Deus, Ministério de Campinas e Fama, que suspendeu todos os cultos que seriam realizados nesta semana para conter a disseminação da covid-19. Num vídeo, divulgado nas redes sociais, o bispo Oídes José do Carmo, líder do Ministério de Campinas, explica que os cultos serão transmitidos pela internet. “Nós não estamos com medo nem em pânico. Confiamos em Deus. Estamos sendo prudentes e, sobretudo, dando a nossa contribuição enquanto cidadãos conscientes”, diz o bispo no vídeo.

A Igreja Universal não suspendeu os cultos, mas tem distribuído álcool em gel para os fieis. Além disso, recomenda que idosos não participem das celebrações. Igrejas Batistas também têm transmitido os cultos por meio de redes sociais.

A Federação Espírita do Estado de Goiás (Feego) também suspendeu todas as suas atividades internas por tempo indeterminado, como medida de cautela contra o novo coronavírus. Em nota, a instituição informou: “A Federação Espírita do Estado de Goiás (Feego) se une ao Governo de Goiás e à Prefeitura de Goiânia no combate ao avanço do coronavírus 2019 (Covid-19), com a certeza de que a pandemia será controlada se todos fizerem a sua parte”, aponta o comunicado.

A Arquidiocese de Goiânia transmitiu a Lectio Divina (evento de oração da quaresma) do último sábado (14/03), por live nas redes sociais. Não suspendeu as missas, mas aumentou o seu número para evitar que as igrejas fiquem cheias. Durante as celebrações foi suspenso o ‘abraço da paz’ e as hóstias não são mais entregues na boca dos fiéis. Na entrada de cada templo foi afixado álcool em gel para que os católicos higienizem as mãos antes das celebrações.

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