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Comissão Eleitoral do MP homologa candidatura de Alice Freire à PGJ

COLUNA DO JOÃO BOSCO BITTENCOURT

A Comissão Eleitoral do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) homologou a inscrição da…


Alice Freire: “No MPGO há mais homens do que mulheres entre os membros da carreira” (foto divulgação)

João Bosco Bittencourt

A Comissão Eleitoral do Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) homologou a inscrição da promotora de Justiça Alice Freire para concorrer ao cargo de Procuradora-Geral de Justiça para o biênio 2025-2027. A inscrição foi acolhida nesta terça-feira, 17, e a candidata foi comunicada pela presidente da Comissão Eleitoral, Eliane Ferreira Fávaro. Alice Freire vai disputar com o atual Procurador-Geral, o promotor de justiça Cyro Peres Terra, candidato à reeleição. A eleição será realizada no dia 3 de fevereiro de 2025, das 8 às 17 horas, pelo sistema eletrônico de votação do MP, o e-Voto.

Freire fundamenta suas propostas no resgate do protagonismo e da autonomia do MPGO. Ela adianta que as propostas estão sendo construídas a partir do diálogo com os colegas promotores e procuradores de Justiça, mas os pontos cruciais são a retomada do espaço de credibilidade social e da visibilidade institucional. “Os colegas, individualmente, em suas áreas de atuação, têm trabalhado muito, e muito bem, mas falta respaldo institucional para que haja unidade de atuação e que essas ações tenham o esperado impacto social”, diz.

Para Alice, a efetividade das ações do MP seria maior se houvesse um direcionamento em torno de bandeiras institucionais bem definidas. “Temos excelentes valores no MP, que são seus integrantes, um quadro muito qualificado, que prescinde de  uma atuação coordenada em vez de apenas ações individuais”, defende a promotora, lembrando que a independência funcional é uma das principais prerrogativas de promotores e promotoras de Justiça, pois garante a atuação sem possibilidade de ingerências ou retaliações. 

A promotora também propõe maior representatividade feminina nos cargos de gestão, liderança e decisão no MP goiano. “Lembrando que representatividade não é proporcionalidade”, acrescenta. No MPGO há mais homens do que mulheres entre os membros da carreira”.

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