Política

COMPOSIÇÃO DA CHAPA MAJORITÁRIA NÃO PODE SER TOMADA APENAS PELA CÚPULA .

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Jovair Arantes com Demóstenes Torres e líderes que apoiam o procurador de justiça para o Senado, como os prefeitos Nárcia Kelly e Paulinho Sérgio  e o deputado Henrique Arantes.

O deputado federal Jovair Arantes, presidente estadual do PTB, defendeu de forma incisiva que a decisão sobre a composição da chapa majoritária não pode ser tomada pela cúpula, mas deve ser realizada ouvindo a base. A declaração foi feita durante evento da Juventude do PTB, na manhã deste sábado (12) em Caldas Novas. “Não existe essa conversa fiada de que quem está no cargo no Senado tem a preferência pára ser candidato. Está no cargo porque o grupo elegeu. Está no cargo porque o grupo reelegeu. E esse grupo tem de decidir agora quem será candidato”, afirmou.

Jovair afirmou que a base já entrou em acordo sobre duas vagas da composição. A primeira de José Eliton, para o governo, a segunda de Marconi Perillo para o Senado, ambos do PSDB. Segundo o petebista, a outra vaga ao Senado terá que ser definida pelo mesmo grupo. “Não queremos impor nosso candidato, mas não vamos aceitar decisão de cúpula, vamos aceitar decisão de grupo”. Jovair Arantes apoia o também petebista Demóstenes Torres.

A postura do partido é a de defesa de critérios para a escolha do restante da chapa. Entre as questões que devem ser analisadasestão pesquisas qualitativas e quantitativas, além de quem conta com maior número de apoio entre prefeitos, deputados e candidatos nas eleições deste ano. “São essas pessoas que fazem campanha nas ruas, nas mídias sociais, nos palanques e não de quem dá piti em sala de Palácio para tentar melar a disputa interna”, continuou Jovair.

“O candidato a senador ao lado de Marconi Perillo deve unir a base igual ao próprio Marconi”, diz Jovair. “Pode ser a senadora Lúcia Vânia, pode ser o ex-secretário Vilmar Rocha, pode ser o deputado federal João Campos, pode ser o procurador de Justiça Demóstenes Torres, enfim, pode ser um companheiro da base, desde que o grupo o aceite e não que seja empurrado à força”. Jovair conclui que a capacidade demonstrada tem de ser a de agregar, não a de ameaçar.

 

 

 

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