O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na última quinta-feira (19), que Antônio Cláudio Alves Ferreira condenado por destruir um relógio histórico durante os atos golpistas de 8 de janeiro, retorne a prisão.
O Moraes também pediu que seja feita uma investigação contra o juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, que autorizou a progressão de regime, do fechado ao semiaberto, para o mecânico. De acordo com o ministro, o juiz não tinha competência para tomar essa decisão, e não seguiu requisitos previstos em lei para a concessão da progressão de regime. O réu só teria direito à progressão após cumprir um quarto do período de reclusão estipulado, ou seja, ao menos quatro anos dos 17 a que foi condenado.