A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) teria acelerado as demissões de servidores comissionados após o fim do ciclo eleitoral. Segundo a publicação do site 24 Horas que tornou o caso público, a lista de desligamento têm sido publicada com maior regularidade, causando apreensão entre os empregados da Casa.
O levantamento indica que a Alego contava com 6.007 servidores comissionados em maio de 2026, contra 3.711 em 2023, quando o deputado Bruno Peixoto (União Brasil) passou a presidir a Casa.
Os casos de exoneração voltaram a ser tema nos bastidores após a eleição de bruno Peixoto para a Câmara dos Deputados.
De acordo com a matéria do 24 Horas, funcionários sem vínculos com lideranças políticas de peso estariam mais vulneráveis a perder seus cargos, o que levanta questionamentos sobre os critérios adotados para determinar quem permanece no quadro de comissionados.
Até o momento, não há confirmação independente sobre o número exato de servidores exonerados nem comprovação de que os desligamentos estejam relacionados a critérios políticos.