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Demóstenes Torres Prova Sua Inocência e se Filia ao PTB.

Ex-Senador Demóstenes Torres,Dono do Jornal Comunidade em Destaque Cláudio Barsi,Milton Moura, e o Ex-prefeito Peninha de Avelinópolis

Ex-Senador Demóstenes Torres,Dono e Editor do Jornal Comunidade em Destaque Cláudio Barsi,Milton Moura, e o Ex-prefeito Peninha de Avelinópolis

O ex-senador Demóstenes Torres se filiou na ultima segunda-feira (17), ao PTB, a filiação foi no escritório político do deputado federal e presidente do PTB em Goiás, Jovair Arantes, que contou com a presença de várias lideranças políticas.
 
Demóstenes afirmou que o PTB é um partido muito bem administrado em Goiás pelo deputado Jovair Arantes e que deseja somar ao partido.
Demóstenes Torres Concedendo Entrevista a Imprensa Goiana.

Demóstenes Torres Concedendo Entrevista a Imprensa Goiana.

Sobre 2018, Demóstenes, que ainda está inelegível, afirmou que ainda não definiu a qual cargo irá concorrer e que aguarda a decisão do senado sobre seu pedido de revisão da decisão que cassou seu mandato. Segundo Demóstenes, caso não consiga uma decisão favorável no senado vai recorrer ao Supremo. Demóstenes, procurador de Justiça, ganhou força depois que ele conseguiu retomar o posto no Ministério Público de Goiás, e tem três objetivos principais: anular a cassação de seu mandato no Senado, de maneira a reaver seus direitos políticos, deixar de ser inelegível,e a restituição do mandato.
Jovair Arantes afirmou que Demóstenes é uma liderança política muito importante em Goiás e que vai poder escolher a que cargo quer concorrer em 2018. “O partido dará a liberdade para que seja o que quiser ser” explicou.
 
Para o deputado, a adesão do ex-senador é vista como fundamental para os planos da legenda para as próximas eleições, principalmente em 2018. Em 14 de agosto, a filiação será festejada em solenidade no município de Anápolis (GO), em local ainda não informado.
 
Entenda o Caso:
 
O ex-senador Demóstenes Torres teve sua vida profissional e política devolvida por uma decisão do Supremo Tribunal Federal. O acórdão publicado ontem no Diário da Justiça ratifica a nulidade de todas as provas colhidas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Monte Carlo e que serviram de base para a cassação de seu mandato de senador por Goiás pelo Democratas, para ações penais que ele anulou e ações de improbidade administrativa.
À unanimidade, os ministros consideraram que as provas são nulas porque a Polícia Federal dependia de aprovação do próprio STF para que pudesse prosseguir nas investigações, o que não ocorreu. “Os ministros do Supremo acompanharam o relator, ministro Dias Toffoli, que pacificou o entendimento de nulidade de todas as provas que apresentaram contra mim. Foi uma vitória da Justiça e da democracia”, comemora Demóstenes.
As investigações da Polícia Federal começaram ainda em 2009 com a Operação Vegas, quando a Polícia Federal ouviu referências a Demóstenes, ainda em seu primeiro mandato de senador, e outros mandatários. Naquela época a PF requereu o congelamento das investigações, mas não teve o acuro de pedir a exclusão de quem tinha prerrogativa de foro ou função para que pudesse investigar de forma legal. Ao contrário, prosseguiu com toda força em outra investigação que provocou um terremoto em fevereiro de 2012: Operação Monte Carlo. Demóstenes era uma estrela brilhante na constelação política nacional e fortíssimo candidato para uma disputa maior que a representação de Goiás no Senado. Isso fez dele uma presa muito desejada.
Arrastado no turbilhão de acusações feitas sobre interceptações ilegais e provas colhidas com autorização de juiz incompetente o então senador Demóstenes Torres foi trucidado em um julgamento político com hienas sem qualquer escrúpulo e conceito jurídico para julgar. Após perder o mandato sem qualquer chance de defesa ele caiu para a possibilidade de ser julgado em primeira instância e processado com base nas provas agora anuladas.
Denunciado criminalmente no Tribunal de Justiça por ser o foro competente para membros do Ministério Público ele respondeu à ação penal com tranquilidade, na certeza de que anularia as provas apresentadas. “Nunca tive dúvida de que iria demonstrar a absoluta condição de nulidade das provas apresentadas pelos que me denunciaram e me processaram. A resposta foi dada pela unanimidade da cúpula da Justiça do Brasil”, frisa.
Após um julgamento mais político que essencialmente jurídico em Goiás Demóstenes recorreu para o STJ e foi parar no Supremo Tribunal Federal, onde a tese de ilegalidade das provas já alcançara o entendimento pacificado de serem nulas por terem sido autorizadas por juízo incompetente.
Dependiam desse julgamento outras pendências como as ações cíveis e até mesmo um processo ético-disciplinar no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Após o julgamento no Supremo o jogo fica zerado no conselho, que também rejeitará todas as provas oferecidas contra Demóstenes Torres.
Em Goiás a Corte Especial do Tribunal de Justiça marcou para o próximo dia 27 de abril a sessão em que votará o acatamento do julgado do STF para sepultar essa e outras ações que ainda persistam contra Demóstenes. As cíveis por improbidade administrativa e quaisquer outros questionamentos feitos com base na lambança feita pela Polícia Federal vão ganhar o mesmo destino: a vala comum das ações natimortas pelo açodamento oficial de quem devia zelar pela legalidade.
Demóstenes Torres Assinando a ficha de filiação ao lado de sua esposa   Demóstenes Torres Assinando a ficha de filiação ao lado de sua esposa

Demóstenes Torres Assinando a ficha de filiação ao lado de sua Esposa Dr. Flávia Gonçalves Coelho Torres.

Lideranças Politicas presentes no evento.

Lideranças Politicas presentes no evento.

 
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