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Pacientes com doenças raras têm mais medicamentos para o tratamento

A aprovação de medicamentos para doenças raras cresceu no Brasil. Neste ano, houve o registro de 19 produtos farmacêuticos para essas doenças, o que representou um aumento de 90% em relação a 2018, quando dez medicamentos foram aprovados. Os dados são da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No Brasil, a estimativa é de que 13 milhões de pessoas tenham doenças raras. Essas enfermidades não têm cura, nem contam com um número amplo de opções terapêuticas, por isso é importante a ampliação do número de registros de medicamentos.

A diretora-adjunta da Anvisa, Daniela Marreco, explicou que o medicamento que é registrado no Brasil pode ser incorporado pelo Ministério da Saúde e, a partir de então, ser adquirido para o tratamento dos pacientes de foma mais célere e com menor custo.

“Esses medicamentos para doenças raras costumam ter um custo mais alto, então, geralmente, são adquiridos pelo governo e para que possam ser incorporados pelo Ministério da Saúde é necessário que eles tenham registo no Brasil. Então, com certeza, o procedimento é muito mais célere no caso de medicamentos registrados do que as importações via judiciária, além de ter menos custo também”, explicou Daniela Marreco.

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